A MINHA POESIA - A MINHA VIDA

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

POEMA ANJO DELICADO

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
ANJO DELICADO

Anjo delicado
Passadeira aveludada
Bordada a prateado
Eternidade sagrada
Reluzente pontificado
Bastão de jornada
Anjo delicado
Sorriso de fada
 Levemente amendoado
Veste doirada
Pela humanidade apaixonado
Serenidade gravada
Anjo delicado
Missão programada
Teor apurpurado
De coros rodeada
Terno bailado
Bondade declarada
Anjo delicado

Daniel Costa


segunda-feira, 18 de setembro de 2017

POEMA A ÚLTIMA ENGUIA

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A ÚLTIMA ENGUIA

A última enguia
A conhecer o cabaço
Eça da exéquia
Fim reprodutivo baço
Poço de pequena fasquia
Reprodução no espaço
Verdadeira relíquia
Na courela do pedaço
O poço servia de lavandaria
A então límpida água, o esboço
Transportada, na horta evoluía,
No cabaço, como maquia
Viajava a água como em saco
Representava grito de aleluia
Um grito em traço
Quando havia despejo, surgia guia
Cardápio – ricaço
Almoço: caldeira de enguia
Acabou no cabaço, naquele dia
A história da última enguia

Daniel Costa




sábado, 16 de setembro de 2017

POEMA AS TRÊS GRAÇAS

Pintura de Paul Peter Rubens

Pintura de Carl Van Loo

AS TRÊS GRAÇAS

As três graças
Adoptadas pela mitologia
Da literatura peitaças
Da filosofia axiologia
Ética de pintores… suas praças
Douradas escatologias
Gregas senhoraças
Deusas da iconologia
As Três Graças
Do antigo grego lexicografia
Cárites linhaças
Tália, a das flores, teologia
Eufrosina, a das alegrias, taças
Aglaia, a da claridade, antologia
Harmonias; couraças
Sociologia em Antologia
As Três Graças…
As cárites da grega mitologia

Daniel Costa

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

POEMA FERNANDO PESSOA PRÍNCIPE DOS POETAS

Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.
Foto de Daniel Cordeiro Costa.

FERNANDO PESSOA - PRÍNCIPE DOS POETAS

Fernando Pessoa – príncipe dos poetas
Prosador e pensador periodísta
Genialidade em linhas indirectas
Prosa em revista, já tornada biblista
Comércio e Contabilidade, como baquetas
Ao cunhado, Francisco Caetano Dias, altruísta
Desde 1926, em seis números, cadernetas
1968, pela primeira vez, à vista, houve copista
A efémera Cinevoz, integralmente, fez soar as trombetas
Agência de Publicidade, modernista
O sobrinho Eduardo Freitas da Costa… facetas
Coordenou a junção em livro, tornando-o purista
Em virtude de, entre o comércio a cultura, haver pipetas
O certo é que a cultura poética é sempre humanista
Fernando Pessoa, na sua cultura, imaginou em linhas directas
 livro TEXTOS PARA DIRiGENTES DE EMPRESAS ametista
Fernando Pessoa – Príncipe dos poetas

Daniel Costa

domingo, 10 de setembro de 2017

POEMA O ACASO É O DEUS DOS LOUCOS

"Não sou tão compulsiva quanto Helô, penso um pouco mais", afirma Isabelle…

O ACASO É O DEUS DOS LOUCOS

O acaso é o deus dos loucos
Valha o apóstolo S. Mateus
Neste mundo não há poucos
Pensemos como os macabeus
Gritemos do fundo dos caboucos
Risquemos da lista os fariseus
O acaso é o deus dos loucos
Mentes indefinidas de pigmeus
Parecendo ter estratagemas de cucos
Genes de pedra, de camafeus
Historiando sem timbre, sem sucos
Verdadeiros pecadores, ateus
O acaso é o deus dos loucos
Loucos e plebeus

Daniel Costa

terça-feira, 5 de setembro de 2017

POEMA NEBLINAS DAS ESQUIZOFRENIAS E EPILEPSIAS


NEBLINAS DAS ESQUIZOFRENIAS E EPILEPSIAS

Neblinas das esquizofrenias e epilepsias
Paciências beneditinas
Infinitos desejos de pregar noutras freguesias
Só ai…  se poderia adregar graças divinas
Noutros púlpitos, sem analgias
Valham as hemoglobinas
 Neblinas das esquizofrenias e epilepsias
Crueldade mental sem disciplinas
Dureza para tentar suportar neuroparalisias
Paradoxais indisciplinas
A passar por anaplasias
Distúrbios, por vezes, formas de adrenalinas
Neblinas das esquizofrenias e epilepsias
Aguçadas a cortar como lâminas
Foral de idiossincrasias
Tempestades deambulando pelas esquinas
Sem quê nem porquê, a surpreender nas travessias
Neblinas das esquizofrenias e epilepsias

Daniel Costa

domingo, 3 de setembro de 2017

POEMA PROCURANDO SAPIÊNCIA

Foto de Daniel Cordeiro Costa.

PROCURANDO SAPIÊNCIA

Procurando sapiência
Sofrendo por ausência
 Senti-la sem abstinência
Pureza de advertência
Procure-se como ciência
Faça-se dela confidência
Voto de congruência
Coerência de consciência
Refúgio de conveniência
Procurando sapiência
No ADN da ascendência
Primor de diligência
Testemunho de coerência
Eternidade de vigência
Benefício de eminência
Credo de florescência
Favor de grandiloquência
Procurando sapiência

 Daniel Costa

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

POEMA SÉTIMO CÉU

Vestidos de Renda amarelo

SÉTIMO CÉU

Sétimo céu,
Sétimo dia
Sentimentos ao léu!...
Manto da Virgem Maria,
Paixão de véu!
Até à idolatria,
Sétimo céu,
Amo-a com magia
Imaginando Galileu,
Instinto de galhardia
Flor, de androceu
Vivência de concórdia,
Sétimo céu,
Música em rapsódia
Doce jubileu
Vitória da galhardia
Ela e eu
Formação de abadia,
Grandeza de museu
Eterna estadia
Sétimo céu


Daniel Costa

terça-feira, 29 de agosto de 2017

A Bela e a Fera dublado - Melhores momentos memoráveis HD #1 POEMA ANNA LÍLIAN



Foto de Pescador de Pérolas.
Foto de Pescador de Pérolas.

ANNA LÍLIAN

Anna Lílian
Da cidade do brejo
Mari… chamemos-lhe - Marien
Sete anos e um beijo,
Um beijo e um canto, um Kirien
Tudo entoado em jeito de cortejo
Anna Lílian
A recordar a Bela e a Fera, gracejo
Literatura de ficção, de afã
Amostra real, onde no amarelo revejo
 O majestoso príncipe Willian
A felicidade em bafejo
Anna Lílian
Disfarçado de fera, em manejo
Para futuro in memorian
Animam-se os sete anos e o Cortejo
Senhorita de quente amarelo, Kribian
A fera é encantamento de príncipe, prevejo
Anna Lílian

Daniel Costa

sábado, 26 de agosto de 2017

Carlos Ramos - O Amor é Louco POEMA SONHAR, QUERER E DESEJAR






SONHAR QUERER E DESEJAR

Sonhar querer e desejar
Concentrar  o desejo no sonho
No caminho do sonho, do cortejar
Sonho sussurrante, enluvado de linho
A chama no coração a crepitar
Almejando futuro risonho
Sonhar, querer e desejar
Espevitando o vulcão desse sonho
O que se deseja solfejar
 Mundo de histórias de quadradinho
Mundo de sonhos a badalejar
Carrilhões, sinos e sininho
Sonhar, querer e desejar
Amar com jeitinho, terno como pássaro no ninho
Trinando, com o desejo a espacejar
Desejo de amor de principezinho
Na procura de ser amado e se regozijar
Com um amor a si igualzinho
Sonhar, querer e desejar

Daniel Costa

quinta-feira, 24 de agosto de 2017

Sinos de Alimonde POEMA O TOQUE DAS TRINDADES




Imagem

O TOQUE DAS TRINDADES

 O toque das trindades
O toque do sino ao por do sol
Louvor ao Deus das verdades
Revoando por todo o arrebol
Santificando as interioridades
Eterno e especifico farol
Iluminando de paz as potestades
Do bucolismo, do canto do rouxinol
Flautas com toques de autenticidades
Toque inebriante, como o canto de Carol
Bênçãos etéreas de divindades
O horizonte se estende como lençol
Deus dos mundos e das dignidades
Também das folclóricas cornetas do Tirol
Sobressaem sempre as cumplicidades
Delírios musicais em lá bemol
O togue das trindades
O toque do sino ao por do sol

Daniel Costa